Térmica - Pixabay

Regulação

Sem regulação para baterias e UHEs reversíveis, emissões de CO2 podem aumentar 54% até 2060

O Brasil precisará de novas formas de resiliência para garantir o fornecimento de energia, como as baterias e hidrelétricas reversíveis, e a neutralidade das emissões. Segundo estudo da consultoria Aurora Energy, a falta de uma estrutura regulatória para esses sistemas pode elevar as emissões de carbono do setor elétrico em 54% entre 2024 e 2060, chegando a 7,7 gramas de CO₂/kWh.

Torre de transmissão

Empresas

Alupar leva dois projetos em leilão de transmissão no Chile com investimento de US$ 145 milhões

A Alupar comunicou levou dois empreendimentos de transmissão no Chile, com investimentos da ordem de US$ 145 milhões. Os novos ativos foram arrematados em leilão realizado em 6 de março e estarão localizados na região norte do país, nos estados de Antofagasta e Atacama, com expectativa de conclusão em dezembro de 2027. Em ambos os projetos o prazo de prestação de serviços será de 25 anos após a entrada em operação. No projeto da subestação 1 Ana Maria 220 kV, a empresa fará porte de potência de curto-circuito de 1.851 MVA por meio da instalação de três conjuntos de compensadores síncronos nas imediações da subestação, localizada no estado de Antofagasta. A Receita Anual Permitida (RAP) para o projeto é de US$ 10,5 milhões (base março/2024).

Termelétrica Uruguaiana, da Âmbar Energia - Foto: Divulgação

Destaques do Diário

Cade aprova compra da UTE Araucária pela Âmbar Energia

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra da termelétrica Araucária (UEGA) da Copel pela Âmbar Energia, empresa do grupo J&F. A aquisição, aprovada sem restrições pelo órgão antitruste, foi negociada por R$ 320,7 milhões. Instalada no munícipio de Araucária, no Paraná, a termelétrica é movida a gás natural de ciclo combinado e capacidade instalada de 484 MW, operando em ciclo combinado com duas turbinas a gás e uma turbina a vapor. Antes da aprovação do Cade, o capital social da UEGA era formado pela Copel, que detinha 81,2% da usina (sendo 20,3% pela Companhia Paranaense de Energia e 60,9% por meio da Copel Geração e Transmissão), e pela Petrobras, responsável por 18,8% do negócio.

MegaExpresso

Agências reguladoras alertam que corte orçamentário e falta de pessoal podem inviabilizar operação – Edição do Dia

O jornal O Estado de S. Paulo informa que as 11 agências reguladoras federais que atuam no Brasil divulgaram na quarta-feira (29/5) nota conjunta em protesto contra o corte orçamentário sofrido, de aproximadamente 20%, além do cenário de defasagem de servidores. Segundo as agências, atualmente mais de 65% dos cargos do quadro de pessoal das […]

Setor fotovoltaico soma 1,3 GWp em operações de fusões e aquisições no 1T24

Empresas

Setor fotovoltaico soma 1,3 GWp em operações de fusões e aquisições no 1T24

O cenário de fusões e aquisições esteve bastante aquecido no primeiro trimestre de 2024, com aumento de 57% no número de transações divulgadas publicamente em comparação com o mesmo período do ano passado, mais do que o dobro do registrado em 2022. O dado consta no mais recente Boletim M&A produzido pela Greener. De janeiro a março, a Greener mapeou 11 transações divulgadas publicamente, sendo cinco operações de compra e venda de empresas da cadeia solar fotovoltaica e seis aquisições de portfólios com usinas de geração distribuída e centralizada.

Mover é aprovado na Câmara com emendas para bicicletas elétricas e petróleo

Congresso

Mover é aprovado na Câmara com emendas para bicicletas elétricas e petróleo

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, 28 de maio, o projeto de lei (PL) 914/24, que institui o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover). Em relação ao relatório apresentado no fim de março, o texto aprovado trouxe algumas emendas, incluindo um “jabuti” relacionado à taxação federal de compras internacionais de até US$ 50. O texto segue agora para votação no Senado.

Protesto de servidores de agências reguladoras. Crédito: Sinagências

Regulação

Agências reguladoras devem escalar ações para pressionar governo por acordo

O Sinagências, sindicato que reúne as agencias reguladoras federais, vai se reunir na manhã desta quarta-feira, 29 de maio, para discutir a provável rejeição à proposta de conciliação apresentada pelo governo na semana passada, que prevê um aumento salarial apenas em 2025. Não está prevista deliberação de greve, e sim a adoção de novas ações de conscientização no contexto da Operação Valoriza Regulação, mobilização contra o sucateamento dessas autarquias, com o objetivo de fortalecer a regulação federal do Brasil.