A Neoenergia Brasília firmou parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para a elaboração de estudos para verificar a viabilidade técnica para a instalação de sistemas solares fotovoltaicos e a substituição da iluminação na sede e na sua unidade da Asa Norte.
A expectativa é elaborar um projeto solar similar ao da parceria da empresa com o Supremo Tribunal Federal (STF), onde foram instalados 380 módulos, com capacidade para produzir mais de 370 MWh por ano, o que representa uma economia anual estimada em R$ 275 mil, e uma redução de 5% no consumo total do STF.
A parceria foi fechada por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE) da distribuidora, regulado pela Agência Nacional de Energia elétrica (Aneel). No projeto do STF foram investidos mais de R$ 800 mil, também pelo PEE da distribuidora.
“Nesta data, também celebramos importante convênio com o CNJ para estudo de viabilidade técnica de outras oportunidades. É um orgulho para a Neoenergia poder contribuir com duas instituições tão relevantes, reforçando o seu compromisso com toda a sociedade brasileira”, disse o presidente da Neoenergia, Eduardo Capelastegui.
O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF e do CNJ, destacou a importância da medida e falou sobre o protagonismo dos dois órgãos na liderança do processo de transição energética no Poder Judiciário.
“Nós já aprovamos uma resolução para que todos os tribunais façam um inventário das suas emissões, que tenham um plano de redução e de compensação dessas emissões, porque essa é uma luta que envolve toda a sociedade e, embora seja um problema local, ninguém está dispensado de fazer a sua parte”, disse o magistrado.