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GNA avalia entrar em leilão de capacidade com nova térmica no Porto do Açu

Apesar de ser um projeto novo, custo inicial é competitivo por ser compartilhado com duas usinas já existentes

Térmica GNA I, no Rio de Janeiro / crédito: divulgação GNA
Térmica GNA I, no Rio de Janeiro / crédito: divulgação GNA

A Gás Natural Açu (GNA), que já opera duas térmicas no Porto do Açu, poderá participar do leilão de reserva de capacidade previsto para o próximo ano com uma nova termelétrica também a gás natural, em que deve ter grande competitividade, já que as estruturas de terminal de gás e FSRU (unidade flutuante de armazenamento e regaseificação, na sigla em inglês) seriam compartilhados.

Segundo Rogério Zampronha, presidente da Prumo, uma das sócias da GNA, a joint-venture tem mais 3,4 GW licenciados, que podem ser viabilizados em duas usinas de capacidades variáveis, as usinas GNA III e IV.

O executivo participou de evento organizado pela Prumo para jornalistas nesta quarta-feira, 4 de dezembro, no Rio de Janeiro.

Além da Prumo, a GNA tem como outras sócias Siemens Energy, BP e SPIC Brasil. Atualmente, a GNA tem a planta GNA I, de 1,3 GW e já em operação, e GNA II, de 1,7 GW e que está em processo de comissionamento, com previsão de operação para março de 2025. Estas duas primeiras usinas foram contratadas em leilões em 2014 e 2017, respectivamente.