
Baterias
Custo de baterias ainda inviabiliza uso em média e baixa tensão, diz EPE
Custo deve ser alto mesmo para consumidores com MMGD
Baterias
Custo deve ser alto mesmo para consumidores com MMGD
Geração Distribuída
A Sim, empresa do Santander voltada para concessão de crédito, reduziu o custo de financiamento de painéis solares a partir da próxima semana, como parte das ações do mês da sustentabilidade promovidas pelo banco espanhol. Entre os dias 24 e 28 de junho, os clientes poderão financiar painéis solares com juros a partir de 1,25% […]
Solar
A RZK Energia captou R$ 150 milhões junto ao Banco do Nordeste do Brasil (BNB) para o financiamento de novos projetos de geração distribuída. A partir dos recursos, a empresa prevê investimentos na construção de sete usinas fotovoltaicas de geração distribuída, sendo duas no Ceará e cinco no Piauí, que devem somar 45 MWp de […]
Destaques do Diário
O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou nesta quarta-feira, 5 de junho, a portaria normativa 78 que estabeleceu os procedimentos para formalização dos pedidos de enquadramento de projetos de minigeração distribuída no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). Com o enquadramento dos projetos no regime, ficam suspensas as incidências das contribuições para Programa de Integração Social (PIS), de 1,65%, e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), de 7,6%, por até cinco anos.
Empresas
Os projetos de micro e minigeração distribuída (MMGD) são um "elefante" que entrou na sala, e cujos distúrbios causados precisam ser resolvidos para retomar o equilíbrio da distribuição de custos e da expansão da matriz elétrica, disse João Marques da Cruz, presidente da EDP Brasil, ao participar da Conferência Internacional de Tecnologias das Energias Renováveis (Citer) em Teresina, no Piauí.
Micro e minigeração distribuída
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) precisa dar um tratamento regulatório específico à chamada Geração Distribuída por assinatura, modalidade em que os empreendedores oferecem a possibilidade de que o consumidor se associe aos projetos de GD e, por isso, tenha direito a um desconto na conta de luz. "Acredito que nós temos que deixar muito claro o que nós entendemos que poderia ser caracterizado como burla regra, e aquilo que de antemão não poderia ser caracterizado", disse o diretor da Aneel Fernando Mosna, em entrevista concedida numa edição especial do Café na Mega, quando a MegaWhat recebe convidados para debater assuntos relevantes no seu escritório, em São Paulo. Assista na íntegra:
Distribuição
A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a regulamentação da sobrecontratação involuntária das distribuidoras decorrente de projetos de micro e minigeração distribuída (MMGD), que prevê o uso de uma metodologia elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para apurar as sobras contratuais das distribuidoras, considerando a potência dos projetos ou a geração total.
Micro e minigeração distribuída
O Tribunal de Conta da União (TCU) estabeleceu o prazo de cinco dias úteis para que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apresente informações complementares relacionadas aos estudos do plano de fiscalização e de aprimoramento da regulação sobre indícios de venda ilegal de energia elétrica através do micro e minigeração distribuída (MMGD). O ofício foi assinado pela unidade de auditoria especializada em energia elétrica e nuclear do órgão e publicado nesta sexta-feira, 10 de maio.
Micro e minigeração distribuída
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) publicou nesta terça-feira, 7 de maio, uma resolução com as diretrizes para valoração dos custos e dos benefícios de sistemas de micro e minigeração distribuída (MMGD).
Empresas
A francesa Albioma concluiu a estruturação de R$ 200 milhões em notas comerciais para financiar a construção de projetos de geração distribuída da fonte solar fotovoltaica.
Empresas
A francesa GreenYellow informou que fechou uma parceria estratégica com a integradora de energia solar fotovoltaica Enerzee, a fim de impulsionar a sua presença no mercado de telhados solares voltados aos setores comercial e industrial. O objetivo da GreenYellow é fechar 30 MWp em telhados solares até o fim de 2024.
Distribuição
Com dúvidas sobre posicionar o excedente da micro e minigeração distribuída (MMGD) como risco de mercado das distribuidoras, o resultado da consulta pública 31/2022 pautado para a reunião da diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) desta terça-feira, 23 de abril, foi retirado do debate pelo seu relator, diretor Hélvio Guerra. A dúvida surgiu a partir do parecer da Procuradoria Federal junto à Aneel, com encaminhamento de que o excedente provocado pela MMGD deve ser considerado no gerenciamento de portfólio da concessionária. Em outro ponto, o parecer ainda apontou que não seria possível retroagir a um “estoque” gerado por uma expansão exponencial de micro e minigeração distribuída antes da lei 14.300, que tratou das diretrizes para a modalidade. “Partindo dessa premissa, não posso pegar uma lei e fazer ela ser aplicada para fatos passados”, disse a procuradora federal Bárbara Sena em apresentação que antecedeu a leitura do voto do relator.
Micro e minigeração distribuída
Em ofício encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU) em resposta aos questionamentos feitos pela corte sobre indícios de venda ilegal de energia elétrica através do micro e minigeração distribuída (MMGD), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pediu um prazo de 90 dias para apresentar plano de fiscalização, com escopo voltado para verificação do procedimento adotado pelas distribuidoras nos casos de recebimento irregular de benefício associado ao Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), com a efetiva fiscalização a ser iniciada em 2025.
Micro e minigeração distribuída
O Brasil acaba de atingir a marca de 2 milhões de residências com energia solar nos telhados, somando cerca de 13 GW em mais de 5,5 mil municípios brasileiros. Com o compartilhamento de créditos de energia para imóveis da mesma titularidade e na mesma área de concessão da distribuidora local, esses ‘telhados’ fornecem energia para mais de 2,5 milhões de unidades consumidoras. Os dados constam em mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) que apontam que o estado de São Paulo lidera o ranking nacional, com mais de 385,3 mil casas atendidas, seguido pelo Rio Grande do Sul, com 303,1 mil, e Minas Gerais.
Micro e minigeração distribuída
A Lemon Energia, empresa que atua no segmento de geração distribuída (GD) por assinatura, expandiu suas operações para três praças, mas áreas de concessão da CPFL Piratininga, em São Paulo, da Energisa Mato Grosso e da Energisa Mato Grosso do Sul. Com isso, tem capacidade de absorver mais 3,5 mil clientes, atuando em nove regiões do país no total.
Micro e minigeração distribuída
A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu abrir uma consulta pública por 45 dias, entre 28 de março e 12 de maio, para discutir alternativas para o cálculo da energia requerida e das perdas não técnicas nas distribuidoras de energia elétrica por conta dos efeitos da mini e microgeração distribuída (MMGD).
Micro e minigeração distribuída
A indicação do Tribunal de Contas da União (TCU) de que vai analisar indícios de venda ilegal de energia elétrica através do micro e minigeração distribuída (MMGD) para consumidores do mercado regulado causou “inquietude” entre atores do setor, dada “as potenciais implicações para a geração distribuída”, segundo Carlos Evangelista, presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD).
Empresas
A Copel comunicou ao mercado o investimento de R$ 11 milhões na startup Nextron Energia, marketplace de energia solar que integra a geração distribuída e os consumidores finais. O investimento foi realizado por meio do seu fundo de investimentos, o FIP Copel Ventures I, o segundo de um total de R$ 150 milhões de capital comprometido. O primeiro aporte foi anunciado no final de janeiro para a Move, no montante de R$ 3,5 milhões, empresa que atua em sistemas de recarga de veículos elétricos.
Micro e minigeração distribuída
Está aberta a partir de hoje, 8 de fevereiro, uma consulta pública da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que vai discutir a regulamentação da inserção de sistemas de geração distribuída no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), além dos problemas relacionados às negativas das distribuidoras de novas conexões por conta da chamada "inversão de potência". A abertura da consulta pública foi discutida por mais de três horas na reunião da Aneel de terça-feira, 6 de fevereiro, quando os diretores criticaram as distribuidoras por estarem descumprindo as regras ao rejeitarem os pedidos de conexão dos consumidores de menor porte. O colegiado concordou que era preciso, além de regulamentar o MCMV, solucionar de certa forma o problema das negativas de conexões, mas as propostas dos diretores divergiam sobre como tratar o fato neste momento.
Empresas
A MRV&CO estima, para os próximos 25 anos, uma economia de mais de R$ 20 milhões para os condôminos e a redução de emissão de gases equivalente a 30 mil toneladas de CO2, mediante a geração de energia solar. Desde 2017 a empresa passou a implantar sistemas de geração de energia fotovoltaica em seus empreendimentos e, atualmente, 70% dos lançamentos da MRV já são realizados com usinas fotovoltaicas.