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BB e agência francesa liberam 100 milhões de euros para energia renovável – Edição da Manhã

O Banco do Brasil (BB) e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) assinaram, na semana passada, um contrato para viabilizar a liberação de 100 milhões de euros em financiamentos para projetos de energia renovável, informa a Agência Brasil.

Segundo o Banco do Brasil, a parceria ajuda no cumprimento de metas da Agenda 2030, plano de ação global com 17 objetivos de desenvolvimento sustentável e 169 metas de erradicação da pobreza. De acordo com a reportagem, o acordo permitirá que o BB expanda a oferta de empréstimo para projetos de energia renovável para as pessoas físicas e para as pessoas jurídicas na categoria varejo, pelos próximos dez anos. A AFD também destinou 300 mil euros para financiar projetos de cooperação técnica.

As linhas de crédito para os governos locais se concentrarão em projetos de infraestrutura de saneamento, incluindo o tratamento de esgoto e resíduos sólidos, energia renovável e eficiência energética, transporte limpo, mobilidade urbana, transição da infraestrutura para cidades inteligentes e adaptação a mudanças climáticas, saúde e educação.

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Veja quem são os acionistas minoritários da Petrobras

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A Folha de S. Paulo informa que os acionistas minoritários da Petrobras são um grupo pulverizado e heterogêneo, que inclui bancos, aposentados e até trabalhadores que compraram ações com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Em abril de 2022, a empresa tinha 718.185 acionistas pessoas físicas, 5.931 pessoas jurídicas e 2.949 investidores institucionais, segundo formulário de referência arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A reportagem traz a relação dos 10 maiores acionistas por classe de ações (ordinárias e preferenciais).

O governo tem 28,7% do capital total, mas controla a empresa por ter 50,2% das ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionista). Com essa fatia, é o maior recebedor de dividendos e consegue vencer qualquer votação.

Mercado regulado de carbono no Brasil ainda sofre com percalços

O jornal O Estado de S. Paulo traz, na edição deste domingo (03/07), informações a respeito de temas tratados durante o evento Summit ESG (sigla em inglês para práticas ambientais, sociais e de governança), realizado na semana passada, pelo Estadão. Um dos temas abordados foi o mercado de carbono no Brasil.

Conforme relatos apresentados no encontro, o mercado voluntário de carbono no país tem avançado, enquanto o regulado patina, o que faz com que o Brasil fique sem condições de cumprir com os acordos internacionais de clima e, principalmente, deixe de ser uma potência ambiental, no sentido de não colaborar plenamente com o combate às mudanças climáticas globais.

“O mercado organizado é muito importante para nós. O potencial que ele apresenta é muito grande”, afirmou Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds). A organização sem fins lucrativos reúne mais de 80 grupos empresariais com atuação no Brasil, responsáveis por 47% do Produto Interno Brasileiro (PIB) e 1,1 milhão de empregos.

Demanda por produto ”limpo” é mais uma exigência do consumidor

Esta é mais uma reportagem a respeito do Summit ESG, realizado pelo Estadão na semana passada. O tema é o interesse do consumidor por produtos sustentáveis. De acordo com a reportagem, o consumidor está ansioso e, até por isso, faz setores como os de energia e de veículos se mexerem.

Se de um lado empresas que apostam em energias renováveis estão crescendo mais do que a média dentro de seus setores, de outro, montadoras de carros se apressam para colocar um fim na venda de veículos movidos a combustíveis fósseis. O que deve ocorrer, se as promessas forem cumpridas, na próxima década.

“O consumidor quer (consumir energia limpa). Essa é uma demanda que está dada”, afirmou Claudio Ribeiro, presidente da 2W Energia, para quem as próprias companhias hoje, além de olhar para o longo prazo, devem assumir causas relacionadas com o bem-estar do planeta e das futuras gerações. “Temos de pensar nos filhos e netos”, afirmou o executivo.

Meta da EDP: ser 100% verde até 2030

A EDP assumiu o compromisso de se tornar 100% verde até 2030, com várias metas relevantes já para 2025, como alcançar um gigawatt em capacidade instalada de energia solar no país, ter 90% dos resíduos reaproveitados, investir R$ 120 milhões em projetos sociais e ampliar a diversidade de gênero para chegar a pelo menos 30% da força de trabalho composta por mulheres.

Essas ações foram detalhadas durante painel que integrou a programação do Summit ESG 2022, promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo entre 21 e 24 de junho. Segundo a diretora de Inovação e Ventures da EDP, Andrea Salinas a estratégia ESG (sigla em inglês para práticas ambientais, sociais e de governança) da empresa se apoia em quatro grandes pilares: liderar a transição energética para combater a mudança climática; integrar princípios de economia circular aos processos de tomada de decisão; causar impacto positivo na sociedade ao inovar com diversidade, igualdade e inclusão; e fortalecer cada vez mais uma estrutura já robusta de governança. (informações publicadas na edição de hoje, 3 de julho, pelo jornal O Estado de S. Paulo, como conteúdo patrocinado)

PANORAMA DA MÍDIA

A escassez de mão de obra em algumas áreas, como a de tecnologia, tem levado grandes empresas a apostar numa nova estratégia para formar profissionais de acordo com suas necessidades. Seguindo uma tendência bem-sucedida nos Estados Unidos, na Alemanha e na Áustria, elas investem em iniciativas próprias de educação, como faculdades ou escolas técnicas, certificadas pelo Ministério da Educação (MEC). Na lista de companhias que aderiram a esse conceito estão o Hospital Israelita Albert Einstein, BTG, Weg e XP, que lançou na semana passada a Faculdade XP. O tema é o principal destaque da edição deste domingo (03/07) do jornal O Estado de S. Paulo.

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A Folha de S. Paulo informa que o Exército admitiu ser incapaz de produzir relatórios detalhados sobre os tipos de armas atualmente nas mãos dos CACs (caçadores, atiradores e colecionadores), grupo beneficiado por normas editadas pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) que facilitaram o armamento da população. O apagão de informações ocorre pela falta de padronização de campos do Sigma (Sistema de Gerenciamento Militar de Armas), o banco de dados responsável por manter atualizado o cadastro de armas adquiridos pelos CACs.

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O principal destaque do jornal O Globo neste domingo (03/06) é o resultado da pesquisa “A cara da democracia”, realizada por profissionais ligados às universidades UFMG, Unicamp, UnB e Uerj. A pesquisa indica, por exemplo, que opiniões majoritariamente de direita, conservadoras ou “linha-dura” convivem, pontualmente, com visões de mundo mais vinculadas à esquerda, aos direitos humanos ou à diversidade. O levantamento mostra ainda o alcance na sociedade brasileira de um conjunto de “pautas conspiratórias” que emergiram do submundo digital na última década.