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CPFL prevê investir R$ 25,4 bilhões até 2027
O conselho de administração da CPFL Energia aprovou o valor de R$ 25,4 bilhões em investimento entre 2023 e 2027.
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O conselho de administração da CPFL Energia aprovou o valor de R$ 25,4 bilhões em investimento entre 2023 e 2027.
Micro e minigeração distribuída
A expansão da geração distribuída (GD) e os seus reflexos para o mercado de energia elétrica são o destaque da última edição do Programa Energia Transparente (PET), estudo inédito do Instituto Acende Brasil sobre os acontecimentos relevantes do ponto de vista de operação e comercialização de energia no período de julho de 2021 a dezembro de 2022. De acordo com o documento, a GD solar fotovoltaica alcançou 15 gigawatts (GW) de capacidade neste ano, por outro lado, seu avanço implica em mudanças radicais para a operação do sistema de distribuição. Do ponto de vista das características físicas da GD, o PET mostrou que um dos efeitos é o desalinhamento temporal entre a geração de energia fotovoltaica, limitada às horas com maior irradiação solar, e o consumo, cujo pico se dá no
Mercado energético
A Fitch Ratings avalia um crescimento do consumo de energia no país modesto em 2023, mas com tarifas elevadas para o consumidor final, o que, aliado ao ambiente macroeconômico pouco aquecido, pode elevar os indicadores de perdas e inadimplência.
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Fabiana Lopes assumiu na última quinta-feira, 15 de dezembro, o cargo de diretora-presidente da Neoenergia Cosern, substituindo Márcio Caires Vasconcelos
Vídeos
As tarifas de energia envolvem custos excessivos sem correlação direta com a prestação eficiente dos serviços de energia elétrica, e há riscos concretos de que novas ineficiências setoriais sejam repassadas à conta de luz no futuro. A conclusão é do Energy Report da PSR de outubro, que deu continuidade a um debate iniciado no relatório de maio, sobre a oneração tarifária.
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) recebeu ofício em 10 de novembro que informa decisão judicial e parecer de força executória para assegurar a prorrogação dos efeitos de certidão negativa de débitos por mais 30 dias, comprovando que a Amazonas Energia se encontra adimplente om suas obrigações intrasetoriais.
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A Light avalia tomar “medidas cabíveis” contra decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que determinou nesta terça-feira, 25 de outubro, que a companhia devolva em dobro de quantias pagas a maior por 26,6 mil clientes condominiais. O impacto da decisão, segundo a elétrica, é de, no máximo, R$ 135 milhões. “A companhia informa […]
Opinião da Comunidade
Por: Fábio Amorim* Contexto Dando continuidade à reportagem publicada na MegaWhat no último dia 17/10, volto aqui para contextualizar o que ocorreu dos anos 90 para cá, passando pela Lei nº 12.783/13, e o que está por vir sobre renovação de concessões e não mais prorrogação. Assim, entendo pertinente recordar que entre a metade e […]
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Um grupo de 21 distribuidoras de energia do país possui contrato de concessão com vencimento nos próximos dez anos. Desse total, 11 contratos – alguns de empresas de grande porte, como Light, Enel RJ e CPFL – vencerão antes de 2028, prazo proposto pelo governo para a abertura total do mercado de energia. A proximidade do fim do prazo dessas concessões e da abertura integral do mercado de energia elétrica do país aumenta a necessidade de discutir o processo de renovação dos contratos e de inovações e aperfeiçoamentos regulatórios no mercado de energia, principalmente no segmento de distribuição de energia, segundo especialistas ouvidos pela MegaWhat. “A renovação dos contratos de concessão das distribuidoras vai ter que abarcar um novo modelo. Nesse cenário, como ficarão os contratos das distribuidoras, os encargos, a relação com a base de clientes?”, afirmou o consultor e presidente da comissão especial de energia elétrica da OAB/RJ, Fábio Amorim.
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Em pouco mais de um mês do lançamento, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) recebeu dez manifestações de grupos de concessionárias de distribuição de energia, representando um total de 33 empresas, com 22 temas para participação na primeira chamada pública de sandboxes tarifários. Entre as companhias que enviaram projetos, está o grupo Enel, com […]
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O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, tem reunião prevista nesta quinta-feira, 6 de outubro, com representantes da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee). O encontro, na sede da pasta, em Brasília, acontecerá uma semana após a publicação da portaria que prevê a abertura total do mercado de energia atendido na alta tensão e a abertura da consulta pública para discutir a proposta de abertura integral do mercado de energia. “É fundamental que exista a abertura do mercado. É uma evolução, uma modernização, do setor elétrico. O fato que
Negócios
A venda da Enel Goiás (antiga Celg D) para a Equatorial Energia, anunciada nesta sexta-feira, 23 de setembro, está em linha com a nova estratégia do grupo italiano Enel de ampliar investimentos em eletrificação, com destaque para mobilidade elétrica, geração distribuída (GD) e armazenamento de energia, pilares que deverão ser ressaltados no próximo plano de negócios da gigante energética, a ser anunciado no fim deste ano. Apesar da venda de um ativo importante no Brasil, a Enel pretende manter ou ampliar o nível de investimentos no país. "A agenda de investimentos no Brasil vai ficar forte. O pilar estratégico do qual já falamos, mas que está amadurecendo, é o pilar da mobilidade elétrica, tanto transporte público, quanto transporte particular, estrutura de carregamento [...]. Temos que transformar o parque de transporte do país”, destacou Nicola Cotugno, country manager da Enel Brasil, ressaltando a importância de combater os efeitos do fenômeno de mudança climática no planeta.
Combustíveis
O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), em parceria com a Leggio Consultoria, publicou estudo que indica que a demanda por combustíveis e biocombustíveis continuará crescendo em um horizonte de dez anos, e o Brasil deverá se manter como importador líquido até 2035. Caso o cenário se confirme, o estudo estima que será necessário […]
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A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 2 de agosto, a abertura de consulta pública para discutir o pedido de revisão tarifária extraordinária (RTE) da Amazonas Energia. O prazo para o envio de contribuições será de 45 dias, entre 3 de agosto e 16 de setembro.
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No MinutoMW desta sexta-feira, 1º de julho, o jornalista Rodrigo Polito comenta sobre o tombo das ações da Light na bolsa, após a renúncia do presidente, e a dificuldade histórica da empresa em reverter perdas de energia, além do resultado do leilão de transmissão, que marcou a volta da Eletrobras aos leilões, e os efeitos […]
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O desligamento de 13 termelétricas a óleo diesel em Rondônia permitirá uma economia anual da ordem de R$ 490 de milhões no encargo cobrado nas tarifas de todos os consumidores do país referente ao custo de operação dessas usinas. A redução de custos, que se dará por meio da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), que integra a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), foi possível por meio da instalação de rede de distribuição e da construção e modernização de subestações no estado. No início deste ano, a Energisa colocou em operação quatro novas subestações, com investimentos de R$ 170 milhões, conectando a
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As distribuidoras de energia vão propor à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) o repasse dos custos das taxas de financiamento feitos pelas empresas para arcar com os gastos da operação extraordinária do sistema durante a crise hídrica. A proposta será feita no âmbito da consulta pública que trata do novo empréstimo para o setor elétrico, […]
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De Porto Velho* O inverno está chegando. No Norte do Brasil, isso significa que está por vir o início da temporada de chuvas (o “inverno amazônico”), entre os meses de novembro e abril, quando as volumosas precipitações aumentam a complexidade de obras de infraestrutura na região. No próximo domingo, 31 de outubro, a Energisa completará três anos em que se depara com essa realidade, desde que assumiu o controle da antiga Ceron, distribuidora de Rondônia privatizada pela Eletrobras. O negócio, fechado na época pelo valor simbólico de R$ 50 mil, envolveu um aporte imediato de pouco mais de R$ 1 bilhão para equacionamento de dívidas e pagamento a fornecedores, além de um ousado programa de investimentos de R$ 1,7 bilhão nos três primeiros anos para a recuperação técnica da concessão. O pacote de obras, que está na reta final, envolveu a construção de 25 subestações e ampliação de outras 15 existentes, além da instalação de 1 mil km de rede de alta tensão (extensão equivalente a quase metade do linhão que liga o complexo do Rio Madeira a São Paulo), e de 16 mil km de linhas de média e baixa tensão (quase duas vezes a extensão de toda a costa brasileira).
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(Com Natália Bezutti e Jade Stoppa Pires) O governo estuda alternativas para resolver o descasamento de caixa das distribuidoras, provocado pelo custo elevado de geração termelétrica para garantia de abastecimento do sistema durante a crise hídrica e os recursos arrecadados pelas empresas por meio das bandeiras tarifárias.
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A Energisa Rondônia prevê reduzir em 2,39 pontos percentuais as perdas totais de energia em 2021, a partir de medidas de combate ao furto e fraude de energia. Essa redução equivale a um volume da ordem de 110 gigawatts-hora (GWh), montante considerado relevante principalmente em um período de crise energética. “O combate ao furto também […]