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Itaú migra mais de 400 agências para o mercado livre com a Enel X

Segundo o Itaú, este foi o maior volume de migrações associadas a uma mesma empresa para o ACL registrado em toda a base de clientes da CCEE.

Sede Itaú ( Divulgação)
Sede Itaú ( Divulgação)

O Itaú Unibanco migrou 419 de suas agências, localizadas em 25 estados, para o mercado livre de energia, entre janeiro de 2023 e abril de 2024. As migrações foram realizadas em parceria com a Enel X e, segundo o banco, este foi o maior volume de migrações associadas a uma mesma empresa para o mercado livre registrado em toda a base de clientes da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

O acordo do Itaú com a Enel X prevê a migração de mais de 500 unidades do banco até o fim de 2024. De acordo com o Itaú, o contrato entre as duas empresas foi firmado em 2022 e o processo de migração teve início em janeiro de 2023.

Para Claudio Arromatte, diretor de Patrimônio e Compras do Itaú Unibanco, as migrações para o ambiente de contratação livre (ACL) ajudam a instituição financeira a evitar oscilações tarifárias e garantir maior previsibilidade nos custos de energia.

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“Com isso, conseguimos direcionar recursos importantes para otimizar nossa operação e o atendimento dos nossos clientes”, disse Arromatte.

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>> Ouça:  PLD no teto e a volta da volatilidade no mercado livre.

Na parceria, a Enel X, empresa de soluções em energia do grupo Enel, é responsável pela estratégia e gestão do processo que permitiu ao Itaú levar as unidades de consumo do banco para o mercado livre de energia, o que inclui obras de adequação da infraestrutura em agências bancárias e todos os trâmites regulatórios.

Já a Enel Trading, comercializadora do grupo Enel, é parceiro para o fornecimento de energia dessas unidades.

“Temos ao menos 40 profissionais envolvidos nesta operação em vários estados. É um processo complexo, com desafios logísticos, operacionais e legais para efetuar as migrações com a agilidade necessária, respeitando os prazos regulatórios e lidando com processos de 39 distribuidoras locais diferentes”, afirmou Francisco Scroffa, presidente da Enel X