Economia e Política

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Equatorial reverte prejuízo e lucra R$ 518 milhões no segundo trimestre de 2023

Resultados

Equatorial reverte prejuízo e lucra R$ 518 milhões no segundo trimestre de 2023

A Equatorial registrou lucro líquido de R$ 518 milhões no segundo trimestre de 2023, revertendo prejuízo de R$ 170 milhões registrados no ano passado.    Com crescimento de 41,7% na mesma comparação, a receita líquida somou R$ 9,2 bilhões, reflexo da entrada da Equatorial Goiás no portfólio da empresa, do aumento no volume de energia distribuída e nas tarifas, além do maior combate às perdas. As perdas totais acumuladas nos últimos 12 meses recuaram 18,6%.

PL 414: Câmara dos Deputados cria comissão especial para analisar proposta

Congresso

PL 414: Câmara dos Deputados cria comissão especial para analisar proposta

PL 414 : O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), autorizou a criação de uma comissão especial para analisar o projeto de lei 414/21, que muda as regras de funcionamento do setor elétrico e amplia o acesso ao mercado livre de energia elétrica para todos os consumidores brasileiros, inclusive os de baixa tensão.  O anúncio da comissão vem duas semanas após o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmar que o PL 414 resolverá apenas uma parte dos problemas do setor elétrico. Na ocasião, Silveira destacou que a pasta estuda a criação de uma proposta para reformular o setor elétrico, e que deve ser finalizada em 90 dias.  

Eneva espera leilão de reserva de capacidade sem mudanças estruturais e com térmicas mais competitivas

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Eneva espera leilão de reserva de capacidade sem mudanças estruturais e com térmicas mais competitivas

Previsto para ocorrer em 2024, o leilão de reserva de capacidade não deve sofrer mudanças estruturais, já que a ideia do certame é contratar capacidade e buscar novos caminhos de neutralidade tecnológica, ou seja, sem direcionar a demanda para uma fonte específica. A avaliação é de Marcelo Habibe, diretor Financeiro da Eneva. O leilão de reserva de capacidade visa a expansão da oferta de energia e a garantia de continuidade do fornecimento de eletricidade no Sistema Interligado Nacional (SIN). Os empreendimentos cadastrados têm o intuito de possibilitar a segurança do sistema ao serem despachados em momentos de alta demanda e/ou baixa geração das demais fontes.

Com maior adesão de solares a ‘dia do perdão’, eólicas devem ter antecipação, prevê Aeris

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Com maior adesão de solares a ‘dia do perdão’, eólicas devem ter antecipação, prevê Aeris

Dia do perdão: Com uma maior adesão de projetos solares no mecanismo excepcional para tratamento das outorgas de geração e Contratos de Uso do Sistema de Transmissão (Cust), conhecido como o dia do perdão, os empreendimentos da fonte eólica podem sofrer uma antecipação, na visão de Alexandre Negrão, CEO da Aeris Energy, fabricante de pás eólicas.  “No dia do perdão, a gente pode ver que houve a anistia de 1,2 GW de energia eólica e uma regularização de 1,9 GW. E tivemos cerca de 9,8 GW de anistia para solar e 1,2 GW para regularização, e menciono esta questão da solar por que, com esse número elevado [de anistia], pode haver um espaço nas linhas de transmissões, o que pode ocasionar a antecipação de projetos de eólicas”, afirmou Negrão, durante a teleconferência de resultados da companhia realizada nesta sexta-feira, 11 de agosto.

Após recuperação judicial, 'Light segue em total normalidade', diz CEO em call sem analistas

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Após recuperação judicial, 'Light segue em total normalidade', diz CEO em call sem analistas

A Light disse que permanece realizando todos os investimentos necessários para manter a qualidade dos serviços para os 11 milhões de consumidores atendidos pela distribuidora Light Sesa no Rio de Janeiro, e que segue cumprindo com as obrigações setoriais e regulatórias com fornecedores e empregados. Numa teleconferência de resultados do segundo trimestre sem nenhum questionamento de analistas, o CEO Octavio Pereira Lopes reforçou o atendimento das metas de qualidade do fornecimento de energia e sem efeitos negativos para o setor ou consumidores.

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WEG compra participação societária em eólica da Alupar

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição de participação societária, pela WEG, do capital social da eólica Agreste Potiguar, de responsabilidade do parque eólico AW Santa Régia, da Alupar.  Situado no município de Jandaíra, no Rio Grande do Norte, o Complexo Agreste Potiguar iniciou a operação em teste em junho deste ano. O cluster terá sete parques eólicos, com 214,2 MW de capacidade instalada, e vai operar com nove aerogeradores WEG modelo AGW 147, com potência nominal de 4,2 MW.

Equinor investe R$ 42 milhões em projetos de P&D com CNPEM, Unicamp e UFSC

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Equinor investe R$ 42 milhões em projetos de P&D com CNPEM, Unicamp e UFSC

A Equinor anunciou nesta quinta-feira, 10 de agosto, o investimento de cerca de R$ 42 milhões em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), dos quais cerca de R$ 22 milhões serão dedicados para parte da infraestrutura de uma das estações de pesquisa do Sirius, acelerador de elétrons do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Outros R$ 20 milhões serão aplicados em parcerias com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em pesquisas direcionadas para o setor de óleo e gás.

Petrobras testa condições de eólica offshore no pré-sal, com USP e UFRJ

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Petrobras testa condições de eólica offshore no pré-sal, com USP e UFRJ

A Petrobras realizou teste de aplicação de eólica offshore para abastecimento de plataforma de produção de óleo e gás. O teste foi feito em parceria com a Escola Politécnica da USP e o protótipo foi instalado no tanque do Laboratório de Tecnologia Oceânica da COPPE/UFRJ. O objetivo foi avaliar o desempenho de um sistema eólico flutuante em escala reduzida em um cenário de aplicação que reproduziu as condições ambientais e de mar típicas do pré-sal da Bacia de Santos.

Engie e Andritz firmam acordo para modernizar UHE Jaguara

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Engie e Andritz firmam acordo para modernizar UHE Jaguara

A Engie Brasil Energia e a Andritz Hydro Brasil anunciaram nesta quinta-feira, 10 de agosto, acordo para a modernização da hidrelétrica Jaguara, localizada no município de Rifaina, em São Paulo. As obras devem se iniciar em 2025 com conclusão em 2028 e vão incluir a modernização de quatro unidades geradoras com capacidade de 106 MW cada, geradores, turbinas, reguladores de velocidade e tensão, sistema digital de supervisão e controle, sistema de proteção e todos os sistemas auxiliares relacionados.

Imagens aéreas do Complexo Eólico Morrinhos da Atlantic Energias Renováveis. Data: 15/07/2015. Local: Morrinhos/BA. Foto: Rafael Gardini/Sergio Andrade/A2img.

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CPFL Renováveis e Senai inauguram escola de eólicas para comunidade indígena no RN

A CPFL Renováveis, em parceria com o Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGAS-ER), do Senai, abriu nesta semana uma escola de formação para povos indígenas, com foco no setor de energia eólica, no Rio Grande do Norte.  A ação visa a qualificação profissional gratuita dos moradores de três comunidades indígenas que residem no município de João Câmara, com conclusão prevista para abril de 2024. No local, a CPFL Energia possui uma planta de dessalinização de água com energia gerada a partir de painéis solares fotovoltaicos.

Angra 3 continua em desenvolvimento independente de entrada no novo PAC, diz Eletrobras

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Angra 3 continua em desenvolvimento independente de entrada no novo PAC, diz Eletrobras

A Eletrobras pretende continuar as obras de Angra 3 assim como consta em suas obrigações pela lei de privatização da companhia. Dessa forma, as obras independem de a usina ser colocada no chamado Novo PAC – Programa de Aceleração do Crescimento – implementado durante o governo Lula e que deve ser relançando nesta sexta-feira, 11 de agosto. “Por fazer parte do processo de capitalização, ter sido deliberada ao longo daquele período, nós trabalhamos sempre com a perspectiva de que esse projeto que traz a sua importância para o Brasil continue e seja concluído”, disse Wilson Ferreira Júnior, presidente da Eletrobras em teleconferência com analistas.

Brasília – Comissão Especial da câmara dos deputados ouve o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr

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Eletrobras reforça estratégia de busca direta por clientes com abertura do mercado livre

Com uma estrutura de comercialização centralizada na holding e um volume significativo de energia para venda no curto e longo prazo, a Eletrobras aposta na abertura do mercado livre para a alta tensão a partir de 2024, com a expectativa de entrada de 100 mil novos consumidores. “No passado éramos procurados pelos consumidores, mas agora nós vamos diretamente a eles para fazer uma oferta de produto de energia e para fazer a diversificação de portfólio”, disse Wilson Ferreira Júnior, presidente da Eletrobras, durante teleconferência de resultados do segundo trimestre.

Silveira aposta em atuação da AGU para reverter decisão sobre exploração na Margem Equatorial

Economia e Política

Silveira aposta em atuação da AGU para reverter decisão sobre exploração na Margem Equatorial

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse estar confiante em reverter a decisão do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em relação à exploração do poço no bloco FZA-M-59, localizado na bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial, pela Petrobras. “A minha decisão foi encaminhar à Câmara de Conciliação da AGU [Advocacia-Geral da União] um questionamento de ordem jurídica se essa portaria tem efetividade sobre esses blocos que foram leiloados e se a repercussão jurídica é de repercussão geral ou não. Se a resposta for que essa portaria é válida e que esses blocos foram leiloados de forma adequada. Discussões assim são naturais [...] e nós venceremos o debate, não só nesse bloco, mas em outros”, afirmou, ao ser entrevistado pela BandNews nesta quarta-feira, 9 de agosto.  

Com ‘dinheiro na mesa’ e sobreoferta, Engie espera alinhamento de vertimento turbinável

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Com ‘dinheiro na mesa’ e sobreoferta, Engie espera alinhamento de vertimento turbinável

O Mecanismo de Realocação de Energia (MRE) por meio do processo competitivo para Exportação de Vertimento Turbinável para o Uruguai e a Argentina também deveria acontecer com as hidrelétricas que não possuem excedente de geração, segundo Eduardo Takamori, diretor Financeiro da Engie Brasil. “É um dinheiro na mesa muito grande para o setor elétrico brasileiro, dada a condição de retorno com a sobreoferta”, destacou durante teleconferência de resultados.

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Transportadoras se dizem prontas para ampliar a malha de gás, mas aguardam regulação

Em meio a discussões sobre a disponibilidade de gás para abastecimento industrial, e ao esperado aumento na produção do combustível com os projetos BM-C-33 e Sergipe-Alagoas, as transportadoras se dizem prontas para investir e “desengargalar” a rede. A realização dos investimentos depende, entretanto, de aprovação regulatória pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). As conversas aconteceram nesta quarta-feira, 8 de agosto, durante o evento Rio Pipeline, organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP).